Ó paí ó hoje está PERFEITO! Discussão excelente: religião, futebol, preconceitos.
Vale a pena. Queria um post especial sobre isso, mas estou morta de CANSADA!
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
A bahia está pegando fogo!
Estive hoje no sertão baiano. Fazia muito tempo que não ia para o lado de de Feira de Santana, muito tempo mesmo. Fiquei abismada. Primeiro com a falta de estrutura urbana e o desleixo em que encontrei Serrinha. Sim, pois a cidade parece um velho oeste abandonado, uma micro cidade do interior.
Mas o que mais chamou minha atenção foi o calor. Devia está, fácil, fácil, 50 graus na estrada. E olhe que saimos de Salvador as 6h da matina. Na ida fomos de ônibus executivo e o ar condicionado não permiiu que sentissemos o calor do sertão baiano. No entanto, pudemos ver o estado em que está a vegetação local. Simplesmente é quase inexistente. Muitas queimadas provocadas pelo calor, o gado magro, as árvores só em galhos. No meio desta imagem somente os cactus destacam-se onipotentes. Mas, como alegria de pobre dura pouco, foi só chegar na rodoviária e sentir um caldeirão. Muito, muito quente! Me arrependi de não ter levado um chapeu e um protetor solar. Um calor de rachar, dar dor de cabeça, um sol escaldante, nada de vento, nem sinal de água. Só terra e sol.
O campus XI da UNEB (para onde fui) fica atrás da rodoviária, o que ajudou demais minha vida! Contudo, nem tudo são flores, ou melhor, cactus e, na hora de voltar, o sofrimento foi infernal. Resolvemos (eu e Juli) voltar de ônibus comercial, pois o executivo iria demorar 30 minutos. Era meio dia, estavamos com fome (e lá so tinha umas lanchonetes duvidosas), cansadas e doidas para chegar em Salvador (ela queria ficar em Feira e ver o namorido). Foi a pior decisão das nossas vidas. Sem ar condicionado, o calor era simplesmente INSUPORTÁVEL. 3 reais a menos, 30 minutos a menos e um monte de dor de cabeça a mais.
Abri a janela na espera do frescor que há na estrada associada a velocidade do ônibus. Subia um ar estupidamente fervendo. Dava para sentir o calor do asfalto e se um ovo fosse ali colocado, fritava fácil e bonitamente rápido. Rezava para que chegasse rápido, mas quanto mais eu rezava, mas pessoas decidiam colocar a mão para o ônibus parar. Decidi parar de pedir, coloquei o fone do ipod no ouvido, abaixei o banco, abri ainda mais a janela e vim me bronzeando de lá até cá, num calor infernal, vendo a vegetação pegar fogo.
A viagem demorou mais que a ida, chegamos 3h30 em Salvador, sai correndo da rodoviária e só queria encontrar um ar condicionado. Fomos amoçar no shopping ali perto. Entramos...o shopping estava um forno. Acho que o Iguatemi está querendo economizar com a coelba. Desistimos do cinema, do passeio. Fui voando para casa, para meu chuveiro e minha ventilação artificial!
Daí que agora a noite vejo no jornal que a chapada está pegando fogo, também. Uma pena. A chapada diamantina é simplesmente linda. Eu não entendo onde estão as políticas públicas, os governantes que nada fazem. Fim de ano, gente! Todo mundo tendo que gastar verba que ficou guardada, que tal começar por onde precisa???
Mas o que mais chamou minha atenção foi o calor. Devia está, fácil, fácil, 50 graus na estrada. E olhe que saimos de Salvador as 6h da matina. Na ida fomos de ônibus executivo e o ar condicionado não permiiu que sentissemos o calor do sertão baiano. No entanto, pudemos ver o estado em que está a vegetação local. Simplesmente é quase inexistente. Muitas queimadas provocadas pelo calor, o gado magro, as árvores só em galhos. No meio desta imagem somente os cactus destacam-se onipotentes. Mas, como alegria de pobre dura pouco, foi só chegar na rodoviária e sentir um caldeirão. Muito, muito quente! Me arrependi de não ter levado um chapeu e um protetor solar. Um calor de rachar, dar dor de cabeça, um sol escaldante, nada de vento, nem sinal de água. Só terra e sol.
O campus XI da UNEB (para onde fui) fica atrás da rodoviária, o que ajudou demais minha vida! Contudo, nem tudo são flores, ou melhor, cactus e, na hora de voltar, o sofrimento foi infernal. Resolvemos (eu e Juli) voltar de ônibus comercial, pois o executivo iria demorar 30 minutos. Era meio dia, estavamos com fome (e lá so tinha umas lanchonetes duvidosas), cansadas e doidas para chegar em Salvador (ela queria ficar em Feira e ver o namorido). Foi a pior decisão das nossas vidas. Sem ar condicionado, o calor era simplesmente INSUPORTÁVEL. 3 reais a menos, 30 minutos a menos e um monte de dor de cabeça a mais.
Abri a janela na espera do frescor que há na estrada associada a velocidade do ônibus. Subia um ar estupidamente fervendo. Dava para sentir o calor do asfalto e se um ovo fosse ali colocado, fritava fácil e bonitamente rápido. Rezava para que chegasse rápido, mas quanto mais eu rezava, mas pessoas decidiam colocar a mão para o ônibus parar. Decidi parar de pedir, coloquei o fone do ipod no ouvido, abaixei o banco, abri ainda mais a janela e vim me bronzeando de lá até cá, num calor infernal, vendo a vegetação pegar fogo.
A viagem demorou mais que a ida, chegamos 3h30 em Salvador, sai correndo da rodoviária e só queria encontrar um ar condicionado. Fomos amoçar no shopping ali perto. Entramos...o shopping estava um forno. Acho que o Iguatemi está querendo economizar com a coelba. Desistimos do cinema, do passeio. Fui voando para casa, para meu chuveiro e minha ventilação artificial!
Daí que agora a noite vejo no jornal que a chapada está pegando fogo, também. Uma pena. A chapada diamantina é simplesmente linda. Eu não entendo onde estão as políticas públicas, os governantes que nada fazem. Fim de ano, gente! Todo mundo tendo que gastar verba que ficou guardada, que tal começar por onde precisa???
domingo, 9 de novembro de 2008
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
criançada!
Passeando pela web, parei-me no blog da Raquel Pacheco (ex-Bruna Surfistinha, se é que isso pode). Não é mas o blog da P#&@%*$! E ai achei um texto dela, que parecia que eu tinha escrito, pois tb foi assim minha infância, igualzinho. Lá vai (adaptado)!
"Sou da época que os pais ainda vestiam as crianças como crianças – e não como mini-adultos. Lembro com carinho da marca Pakalolo...
Sou da época que bonecas já não eram mais de pano, mas não falavam, e se falavam era apenas uma única frase.
Sou da época que as meninas contavam os minutos para o recreio pra pularem corda, brincarem com elástico e trocarem papéis de carta. Sou da época do peão, do io-iô (lembra os da Coca-cola?), do bambolê, da peteca, das 5 Marias, da brincadeira chamada “Passa anel”, do “Corre Cotia na casa da tia, corre cipó na casa da vó, lencinho na mão, caiu no chão, moça bonita do meu coração...”, entre outras brincadeiras simples.
Sou da época do Lego. Ainda existe, eu sei.
Sou da época do Super Massa, que também mudou o estilo.
Sou da época que criança assistia Angélica na Manchete, O Xou da Xuxa na Globo, Vovó Mafalda e Eliana “dos dedinhos” no SBT. Ah, também tinha a Mara Maravilha, mas desta não gostava.
Sou da época do Aquaplay e do mini-computador Pense Bem. Tinha uns cinco Aquaplay e a coleção completa do Pense Bem.
Sou da época do Aquaplay e do mini-computador Pense Bem. Tinha uns cinco Aquaplay e a coleção completa do Pense Bem. Sou da época de desenhos animados fofos como: Meu querido Poney, Moranguinho, Ursinhos carinhos e Cavalo de Fogo.
Sou da época da novelinha infantil mexicana Carrossel que passava no SBT. ( amava a professora Helena, morria de dó do Cirilo, odiava a Maria Joaquina, morria de rir com a Laura... Bem que poderiam reprisar a primeira versão desta novela! )
Sou da época que criança escutava músicas apenas infantis e que herdou dos irmãos mais velhos a coleção dos disquinhos coloridos e o vinil do Balão Mágico. Mas também sou da época do Trem da Alegria.
Sou da época do Meu Primeiro Gradiente. Aliás, foi com o meu que descobri que não nasci com o dom para cantar (eu não descobri isso. aliás, canto muito bem :-D)... 

Sou da época que não existia celular e computador. E quando surgiu este último, não me esqueço daquela tela verde...
Sou da época que o pai cuidava com carinho da máquina de escrever e xingava quando errava algo porque ou tinha de começar a escrever tudo novamente ou tinha de ficar esfregando um papelzinho branco sobre a palavra.
Sou da época que criança quase não falava palavrão e sua única defesa era simplesmente mostrar a língua.
Sou da época que criança gostava de ler as travessuras da Narizinho, escritas por Monteiro Lobato.
Sou da época que todas as meninas colecionavam papéis de carta e todos os meninos brincavam de “bafo”. 

Sou da época que para falar no orelhão era com fichas e que o telefone em casa não era com teclas.
Sou da época que não existia cd nem dvd.
Sou da época que os pais tinham enciclopédias em casa e se gabavam por terem a Barsa completa. (Ainda tenho até hoje)!

Sou da época que merthiolate ainda ardia. "
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Sobre as Eleições 2008
As eleições viraram piada, para mim. Nenhuma proposta séria, um monte de sujeira pelas ruas, tapetes de santinhos pelas ruas, jingles irritantes, boca de urna chata, além da obrigatoriedade de enfrentar fila em pleno domingo de sol para escolher um cara que passará os próximos 4 anos enrolando, esperando chegar o último ano de mandato para fazer algumas obrinhas novamente pré-eleitoreiras. Ou seja, total perda de tempo.
Há tempos não tenho vontade de votar. Não vejo mais graça. A última vez que votei para valer foi em 2002 quando, ainda era uma militante ferverosa do PT, gastei fortunas no comitê de Lula, enchi os ouvidos dos vizinhos com os jingles: " Bote essa estrela no peito, não tenha medo ou pudor" e o remix de "Lula lá". Foi a última vez. Depois disso, apenas obrigação a cumprir.
Este ano, as eleições soaram ainda mais circenses para mim.
Além dos artistas (será que podemos chamar assim?) que tentaram cargos, como Gretchen, Rita Cadilac, Frank Aguiar, os esportistas também ousaram, a exemplo de Túlio Maravilha. Gretchen, tadinha, não teve nem 400 votos em Itamarcá - Pernambuco. Mas, os ex-BBBs também estão na corrida. Sabia que Didi (baiano da primeira edição) tentaria um cargo de vereador. Desacreditei. Porém, depois que vi Leo Kret (um transformista - e o problema não está ai - ex- dançarino de pagode de umas bandas furrecas e atualmente participante de um programa será-que-é-jornalistico) ficou em 4º lugar entre os 41 vereadores eleitos, tudo poderia acontecer. Mas não aconteceu para Didi. Assim como não aconteceu para Alberto Cowboy ( da 6ª edição do BBB) que teve singelos 241 votos, ou Pinky (BBB 5) que com mais de 4000 votos ficara como suplente na Camâra de Recife. Ou seja, PALHAÇADA!
Além dos artistas (será que podemos chamar assim?) que tentaram cargos, como Gretchen, Rita Cadilac, Frank Aguiar, os esportistas também ousaram, a exemplo de Túlio Maravilha. Gretchen, tadinha, não teve nem 400 votos em Itamarcá - Pernambuco. Mas, os ex-BBBs também estão na corrida. Sabia que Didi (baiano da primeira edição) tentaria um cargo de vereador. Desacreditei. Porém, depois que vi Leo Kret (um transformista - e o problema não está ai - ex- dançarino de pagode de umas bandas furrecas e atualmente participante de um programa será-que-é-jornalistico) ficou em 4º lugar entre os 41 vereadores eleitos, tudo poderia acontecer. Mas não aconteceu para Didi. Assim como não aconteceu para Alberto Cowboy ( da 6ª edição do BBB) que teve singelos 241 votos, ou Pinky (BBB 5) que com mais de 4000 votos ficara como suplente na Camâra de Recife. Ou seja, PALHAÇADA!
Eu votei, obrigatoriamente votei. Queria justificar, mas uma viagem curta não valeria a pena para um domingo apenas. E ai votei egoistamente. Votei na melhor opção para mim. Queria mesmo era ter título do Rio e votar em Gabeira. Acompanhei suas campanha pela web, pelos blogs, youtube e afins. Que propaganda bela, limpa, ecologicamente correta. Não pude votar em Gabeira e, por aqui, não há nenhum como ele. Então, vamos ao segundo turno! E torcer para que Leo Kret não seja eleita presidente da Câmara Municipal de Salvador.
sábado, 27 de setembro de 2008
BuddyPokes!!
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Meme
QUATRO COISAS SOBRE MIM!!!
- TRABALHOS QUE TIVE EM MINHA VIDA:
1. SMEC
2. IBGE
3. Ensino superior (FAMEC/ UNIFACS/ARGUMENTO)
4. já vendi meio mundo de coisa :-D
- LUGARES EM QUE VIVI:
1. Salvador
2. Salvador
3. Salvador
4. Salvador
- PROGRAMAS DE TV QUE ASSISTIA QUANDO CRIANÇA:
1.Xuxa
2. Jaspion!!! (guiodaiiiii)
3. Carrossel
4. Clube da Criança
- PROGRAMAS DE TV QUE ASSISTO: (Tv fechada? Aberta?)
Eu não sou fã de TV!
1. Jornalismo e Novela das 8 :-D
2. Altas Horas (quando o sono deixa)
3. Toma lá dá cá (quando não dou aula)
4. Séries em geral (quando dá)
- QUATRO LUGARES EM QUE ESTIVE E VOLTARIA: (Aff..só quatro??)
1. Rio de Janeiro
2. Morro de São Paulo
3. São Paulo
4. Porto de Galinhas
- FORMAS DIFERENTES QUE ME CHAMAM:
1. Mila
2. Miloca (kkkkkkk)
3. Cami
4.Camilinha ( pequenininha???)
- QUATRO PESSOAS QUE TE MANDAM CORREIOS QUASE TODOS OS DIAS: (Pessoas?)1. Conça
2. Lynn
3. Jana
4. Ninha
QUATRO COMIDAS FAVORITAS:
1. Camarão
2. Churrasco
3. Acarajé
4. Vatapá de minha mãe
- QUATRO LUGARES EM QUE DESEJARIA ESTAR AGORA:
1. Noronha
2. na caixa economica federal retirando meu premio da mega
3. Europa (junto com Noronha? não dá? dááá)
4. De férias em qualquer canto.
- QUATRO AMIGOS QUE CREIO QUE ME RESPONDERÃO: (Sei lá quem anda de bobeira na frente do computador..mas...vai lá..)
1. ACHO QUE NINGUÉM
2.
- ESPERO QUE ESTE ANO EU POSSA:
1. ir para o doutorado (Será?)
2. Ganhar na mega sena e quitar todas as minhas dividas (não necessariamente nesta ordem kkkk)
3. aprender a dirigir
4. TER PAZ!
Passo para Juli, Adriana, Samara
- TRABALHOS QUE TIVE EM MINHA VIDA:
1. SMEC
2. IBGE
3. Ensino superior (FAMEC/ UNIFACS/ARGUMENTO)
4. já vendi meio mundo de coisa :-D
- LUGARES EM QUE VIVI:
1. Salvador
2. Salvador
3. Salvador
4. Salvador
- PROGRAMAS DE TV QUE ASSISTIA QUANDO CRIANÇA:
1.Xuxa
2. Jaspion!!! (guiodaiiiii)
3. Carrossel
4. Clube da Criança
- PROGRAMAS DE TV QUE ASSISTO: (Tv fechada? Aberta?)
Eu não sou fã de TV!
1. Jornalismo e Novela das 8 :-D
2. Altas Horas (quando o sono deixa)
3. Toma lá dá cá (quando não dou aula)
4. Séries em geral (quando dá)
- QUATRO LUGARES EM QUE ESTIVE E VOLTARIA: (Aff..só quatro??)
1. Rio de Janeiro
2. Morro de São Paulo
3. São Paulo
4. Porto de Galinhas
- FORMAS DIFERENTES QUE ME CHAMAM:
1. Mila
2. Miloca (kkkkkkk)
3. Cami
4.Camilinha ( pequenininha???)
- QUATRO PESSOAS QUE TE MANDAM CORREIOS QUASE TODOS OS DIAS: (Pessoas?)1. Conça
2. Lynn
3. Jana
4. Ninha
QUATRO COMIDAS FAVORITAS:
1. Camarão
2. Churrasco
3. Acarajé
4. Vatapá de minha mãe
- QUATRO LUGARES EM QUE DESEJARIA ESTAR AGORA:
1. Noronha
2. na caixa economica federal retirando meu premio da mega
3. Europa (junto com Noronha? não dá? dááá)
4. De férias em qualquer canto.
- QUATRO AMIGOS QUE CREIO QUE ME RESPONDERÃO: (Sei lá quem anda de bobeira na frente do computador..mas...vai lá..)
1. ACHO QUE NINGUÉM
2.
- ESPERO QUE ESTE ANO EU POSSA:
1. ir para o doutorado (Será?)
2. Ganhar na mega sena e quitar todas as minhas dividas (não necessariamente nesta ordem kkkk)
3. aprender a dirigir
4. TER PAZ!
Passo para Juli, Adriana, Samara
domingo, 14 de setembro de 2008
Quem mata não merece viver!
É incrível: quando as pessoas conhecidas morrem, tornam-se ainda mais próximas do que são. Quinta-feira uma dessas pessoas se foi, brutalmente assassinada. Não era um familiar, nem um amigo íntimo, sequer amigo pessoal. Mas era importante e familiar de uma pessoa que amo demais, Jana, por isso, a dor é de quem perde um ente querido.
Faleceu da forma mais selvagem, violenta que pode existir: assassinado pelas mãos de um semelhante. Sim, semelhante, pois segundo as leis dos homens, no papel, somos todos iguais e, portanto, semelhantes. Não somos. Não tenho nenhuma semelhança com alguém que mata um ser humano pelo motivo que seja.
Não há razão, explicação para o latrocínio, para o assassinato. Não é compreensível que um homem mate outro homem para lhe tomar o que é seu, o que é de sua família. E não refiro-me apenas aos bens matérias, falo da vida.
Não é admissível que uma pessoa dirija-se cedo para seu trabalho, para administrar seu negócio e que um bandido (por desejar o que é do outro) não permita que essa pessoa volte para casa, que continue sua vida. Isso é selvageria.
Por tudo isso, sou a favor da pena de morte em casos de assassinato, principalmente. Quem mata alguém, automaticamente, abdica do direito de viver. Não há pena que estabeleça justiça nestes casos. Não há medida que apague um assassinato. Mas, repito: quem mata, não tem direito à vida.
Uma família que perde um ente assim, não quer ressarcimento financeiro, não quer prisão. Quer justiça! Que justiça? A única capaz de curar a dor de uma família penalizada por um assassinato é o retorno do ente à vida, e isto não existe. Assim não há justiça que possa ser feita. É uma marca que dura uma vida inteira, que não se apaga, que não deixa de existir. É eternamente doído.
Quando soube do falecimento de Luis, na porta de sua casa lotérica, enquanto trabalhava pelo sustento de sua família na região metropolitana de Salvador, senti como se perdesse um pai, um marido, um filho, um irmão. Senti a dor de sua mulher, seus irmãos, seus filhos, seu neto, sua mãe, seus genros, sogra, cunhados. E sei que nem de perto a minha dor foi do tamanho da deles. Sei que a vida para estas pessoas não será a mesma. Não há como ser.
Foi o pior enterro que já fui em termos de sofrimento coletivo. Eram centenas de pessoas doloridas, inconformadas, tentando confortar a família e sem saber como, sem conseguir fazê-lo. Uma morte por doença, por idade, até por acidente, a gente tenta compreender, buscar motivo, razão, buscamos Deus, Oxalá, Alá. Um assassinato não.
O que me deixa revolta é saber que, muito possivelmente, aquele assassino continua matando e caso venha ser detido, irá onerar o meu bolso, o seu bolso. Terá “casa, comida e roupa lavada”, passará férias, descanso em uma penitenciária – que no Brasil parece colônia de férias.
Devia ser morto. A pena de morte não recupera, mas amedronta e impede que o assassino cometa outro crime. Quem mata não tem direito à vida, não merece viver, deve ser privado de qualquer possibilidade de vida.
Faleceu da forma mais selvagem, violenta que pode existir: assassinado pelas mãos de um semelhante. Sim, semelhante, pois segundo as leis dos homens, no papel, somos todos iguais e, portanto, semelhantes. Não somos. Não tenho nenhuma semelhança com alguém que mata um ser humano pelo motivo que seja.
Não há razão, explicação para o latrocínio, para o assassinato. Não é compreensível que um homem mate outro homem para lhe tomar o que é seu, o que é de sua família. E não refiro-me apenas aos bens matérias, falo da vida.
Não é admissível que uma pessoa dirija-se cedo para seu trabalho, para administrar seu negócio e que um bandido (por desejar o que é do outro) não permita que essa pessoa volte para casa, que continue sua vida. Isso é selvageria.
Por tudo isso, sou a favor da pena de morte em casos de assassinato, principalmente. Quem mata alguém, automaticamente, abdica do direito de viver. Não há pena que estabeleça justiça nestes casos. Não há medida que apague um assassinato. Mas, repito: quem mata, não tem direito à vida.

Uma família que perde um ente assim, não quer ressarcimento financeiro, não quer prisão. Quer justiça! Que justiça? A única capaz de curar a dor de uma família penalizada por um assassinato é o retorno do ente à vida, e isto não existe. Assim não há justiça que possa ser feita. É uma marca que dura uma vida inteira, que não se apaga, que não deixa de existir. É eternamente doído.
Quando soube do falecimento de Luis, na porta de sua casa lotérica, enquanto trabalhava pelo sustento de sua família na região metropolitana de Salvador, senti como se perdesse um pai, um marido, um filho, um irmão. Senti a dor de sua mulher, seus irmãos, seus filhos, seu neto, sua mãe, seus genros, sogra, cunhados. E sei que nem de perto a minha dor foi do tamanho da deles. Sei que a vida para estas pessoas não será a mesma. Não há como ser.
Foi o pior enterro que já fui em termos de sofrimento coletivo. Eram centenas de pessoas doloridas, inconformadas, tentando confortar a família e sem saber como, sem conseguir fazê-lo. Uma morte por doença, por idade, até por acidente, a gente tenta compreender, buscar motivo, razão, buscamos Deus, Oxalá, Alá. Um assassinato não.
O que me deixa revolta é saber que, muito possivelmente, aquele assassino continua matando e caso venha ser detido, irá onerar o meu bolso, o seu bolso. Terá “casa, comida e roupa lavada”, passará férias, descanso em uma penitenciária – que no Brasil parece colônia de férias.
Devia ser morto. A pena de morte não recupera, mas amedronta e impede que o assassino cometa outro crime. Quem mata não tem direito à vida, não merece viver, deve ser privado de qualquer possibilidade de vida.
domingo, 7 de setembro de 2008
Chrome - Google continua querendo dominar o mundo virtual!
Eu e mais metade dao ciberespaço esperou o lançamento do Chrome, a mais nova onda do Google. Eu, testei, instalei e estou adorando: prático, facilitador e bem amigável. Estou testando ainda, mas o navegador é bem bacana e o atalho já está bem lindo nas minhas áreas de trabalho. É bem simples e ainda não tem todas as ferramentas do explorer ou mozzila, mas está em código aberto, ou seja, já já ele estará cheio de novidades.
A Raquel falou dos quadrinhos utilizados no tutorial do software. De fato, parece ser a forma mais legal, criativa e dinâmica de ensinar a utilizar um software até agora.
E vamos aos testes!

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